Aprender
não deve ser confundido com colecionar informações, mas implica relacionar as
informações com o mundo de forma a compreendê-lo e sermos capazes de entender
nossa relação com ele, de desenvolver novas competências, de inventar e se reinventar.
É esta capacidade que vai nos permitir lidar com a mudança. Este é o desafio de
todos que não se contentam em ser meramente espectadores, mas ambicionam ser
atores da história.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Qualificação do trabalhador
A qualificação do trabalhador é um tema que tem
ganhado destaque nos últimos tempos. Reflexões são feitas sobre os sistemas de
educação público e particulares no sentido da formação do profissional.
Nas análises sobre a qualificação do trabalhador,
questionam-se as competências pertinentes a um profissional para que este possa
conseguir um emprego ou manter-se empregado.
A exigência de conhecimento profissional no mercado
de trabalho é antiga, a diferença está nos conhecimentos que são exigidos
atualmente. No passado, considerava-se alfabetizada a pessoa que sabia ler e
escrever seu nome.
Em tempos mais recentes, em função das novas
tecnologias e métodos de produção, só é alfabetizado o trabalhador que sabe ler
e entender o manual de instruções da máquina com o qual trabalha.
Para acompanhar as novas tecnologias e métodos de
produção, assim como para entendê-los e adaptá-los às condições de cada
empresa, os trabalhadores precisam ser bem preparados.
O processo de trabalho atual exige um novo perfil e
um novo conceito de qualificação, que vai além do simples domínio de
habilidades motoras e disposição para cumprir ordens, incluindo também ampla
formação geral e sólida base tecnológica.
O novo perfil valoriza traços como participação,
iniciativa, raciocínio lógico e discernimento. Da perspectiva da empresa, não
basta mais contar com o típico “operário-padrão”, pronto a “vestir sua camisa”
e suar por ela. É preciso, antes de tudo, garantir o trabalhador “competente”
capaz de “pensar como a empresa”.
Como contrapartida, as empresas dão mostras de
assumir responsabilidade crescente no processo de qualificação, abrindo, em
paralelo, novo espaço para obtenção de melhorias concretas em condições de
trabalho.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Notas tecnológicas 2
Transistores de grafeno
Uma nova forma de carbono,
desenvolvida pelo professor de física Walter de Heer, do Georgia Tech, permite que
os processadores dos computadores sejam mais compactos e velozes. Os
convencionais, cujo componente principal é o silício (que age como semicondutor),
só podem realizar certo número de operações por segundo sem superaquecer.
O novo material – lâminas de grafeno
com a espessura de um átomo – oferece pouca resistência à passagem dos
elétrons, razão pela qual gera pouco calor, mesmo a altíssima velocidade de
operação.
Diferentemente do silício, que
perde suas propriedades eletrônicas quando é dividido em peças menores do que
dez nanômetros, o comportamento físico básico do grafeno não se modifica em
peças do tamanho de um nanômetro.
Energia sem fio
Marin Soljacic, professor de
física do MIT, teve a ideia de uma instalação muito simples, que carrega, sem
fio, uma lâmpada de 60 watts.
Soljacic e um grupo de estudantes
construíram duas bobinas ressonantes de cobre e as penduraram no teto de uma casa,
a 2 metros
de distância uma da outra. Ao conectar uma bobina à fonte de energia na parede,
o fluxo de corrente alternada gerou um campo magnético.
A segunda bobina, afinada na
mesma frequência e conectada com a lâmpada, ressonou com o campo magnético e
gerou energia suficiente para acender a lâmpada, ainda que houvesse uma divisória
entre as duas.
A tecnologia já despertou o
interesse da indústria automobilística e de empresas que fabricam produtos
eletrônicos de consumo de massa.
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