Ser competente não é sinônimo de conhecimentos, mas de ter a capacidade de aprender, a cada dia, a partir de sua própria experiência.


domingo, 13 de julho de 2014

A competição pelo emprego - conclusão



Existem algumas ações de comportamento que são fundamentais na “batalha” pelo emprego:

  • Não diminua seu próprio valor, comparando-se com outras pessoas.
  • Não fixe seus objetivos com base no que os outros acham importante.
  • Não desista enquanto for capaz de um esforço a mais.
  • Não corra tanto pela vida a ponto de esquecer onde esteve e para onde vai.
  • Não tenha medo de aprender.


Lembre também que muitas regras não são ensinadas na escola, mas que é bom você compreender como grandes verdades da vida: 

Regra 1: A vida não é fácil – acostume-se com isso.



Regra 2: O mundo não está preocupado com a sua autoestima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele antes de sentir-se bem com você mesmo.


Regra 3: Você não ganhará muito dinheiro assim que sair da escola. Não terá qualquer luxo ou mordomia antes que você tenha conseguido comprá-los.



Regra 4: Se você acha seu professor chato, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.



Regra 5: Trabalhar ou “fazer bicos” para conseguir algum dinheiro não está abaixo da sua posição social. Na vida profissional, isto é chamado de oportunidade. 



Regra 6: Se você fracassar, não é culpa de seus pais, nem do meio em que vive e tampouco da genética. O que forem teus atos, assim será o teu destino. 


Regra 7: Sua escola pode ter eliminado  a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente nada na vida real. Se pisar na bola, está despedido. Faça certo da primeira vez.


Regra 8: Televisão não é vida real. Na vida real, as pessoas têm que trabalhar para se sustentar. 

Regra 9: Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas, também chamados de “nerds”). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar para um deles.
 



sábado, 5 de julho de 2014

A competição pelo emprego - parte I



Você está em plena “batalha” por um emprego ou ascensão profissional. Nunca esqueça que competir faz parte de todas as fases da vida.

Nestes casos, o espírito competitivo é uma força positiva que nos impulsiona a evoluir, a crescer e a satisfazer nossos desejos. O desafio, porém, é mantê-lo dentro de limites aceitáveis,  senão corre-se o risco de encarar a vida como uma contenda sem fim, em que se perde o objetivo da disputa.

Numa competição leal, exploramos nossos recursos, como talento, inteligência e experiência, da mesma forma que um atleta usa a técnica e o preparo físico. Também no trabalho ou nos relacionamentos, o jogo tem que ser limpo. Não pode haver dissimulação, manobras de bastidores, ardis para prejudicar os outros ou omissão de informações para obter vantagens.

Competimos com outros profissionais qualificados para assumir um posto de trabalho. Competimos também com o relógio, para entregar um trabalho no prazo, e com os concorrentes, para criar um produto que se sobressaia aos olhos do consumidor. Sob o desafio de estar sempre desenvolvendo e aperfeiçoando talentos e habilidades, temos que ser muito eficientes.

Melhorar nosso desempenho é uma meta permanente e tem mais chances de vencer o competidor que luta não apenas para superar os adversários, mas a si mesmo. Os verdadeiros vencedores competem focando valores consistentes, como o sentido de realização interior, de felicidade por estar fazendo o que gosta, e não simplesmente pensando na fama, no sucesso ou nas recompensas materiais.

domingo, 29 de junho de 2014

Aprender matemática



Aprender matemática é uma tarefa árdua.

Aprender por si só é tarefa árdua, afinal, exige uma modificação de concepções, de crenças, de valores, e modificar-se é difícil.

Entretanto, quanto mais árdua a tarefa, maior é o prazer e a satisfação que sentimos por realizá-la. É provável que a questão não tenha sua raiz na dificuldade da tarefa para aprender matemática, mas no fato de que esta aprendizagem pode simplesmente não estar acontecendo na escola.

A introdução de jogos e quebra-cabeças matemáticos nas aulas é a possibilidade de diminuir bloqueios apresentados por muitos alunos que temem a matemática e sentem-se incapacitados para aprendê-la.

Dentro da situação de jogo ou desenvolvimento de estratégia, onde é impossível uma atitude passiva e a motivação é grande, os alunos apresentam também um melhor desempenho e atitudes mais positivas frente a seus processos de aprendizagem.

Para aprender bem matemática em qualquer nível, é preciso entender  as questões relevantes antes que as respostas façam sentido. Entender uma questão, muitas vezes, depende de saber a história da ideia. De onde veio? Porque é ou era importante? Quem queria a resposta e por que a queria?  

Para ensinar matemática em qualquer nível é necessário ajudar os estudantes a entenderem as questões e formas de pensamento que ligam os detalhes. Muitos estudantes, especialmente nas primeiras séries, têm uma curiosidade natural sobre de onde vieram as coisas. Com orientação, essa curiosidade pode levá-los a entender processos matemáticos que eles precisam conhecer.