Ser competente não é sinônimo de conhecimentos, mas de ter a capacidade de aprender, a cada dia, a partir de sua própria experiência.


terça-feira, 6 de outubro de 2015

Professor reprova a classe inteira



Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira...

Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor resolveu fazer um experimento socialista na classe, usando as notas dos alunos nas provas. Todos receberiam as mesmas notas, com base na média da classe, o que significa que em teoria ninguém seria reprovado, assim como também ninguém receberia o conceito “A”. 

Na primeira prova todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles receberiam notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado muito no início resolveram se aproveitar do trem da alegria das notas. Como resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as buscas por culpados e desavenças entre os alunos passaram a fazer parte do ambiente daquela classe. 

No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina.

Quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando são eliminadas todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor.

Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico. Um governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Motivação para a inovação



Existem quatro grandes motivadores para a inovação.

O primeiro, e o mais fraco deles, é a curiosidade: o desejo de descobrir por quê. A curiosidade é uma boa motivadora: alimenta grande parte da ciência, mas não é nada comparada com o medo.

O medo permite que se corram riscos extraordinários. O programa Apollo de John F. Kennedy foi executado sob um risco imenso e com enormes despesas em reação aos primeiros sucessos espaciais soviéticos.

Outro exemplo são as grandes navegações que levaram ao descobrimento das Américas pelos europeus: muito risco, medo do desconhecido, busca de riquezas e curiosidade.

O desejo de criar riqueza é o próximo grande motivador, mais bem explicado pelo apoio dos capitalistas de risco a dez ideias, esperando que nove falhem, mas ao menos uma seja um sucesso espetacular.

O quarto e último motivador é o desejo de dar sentido: a necessidade de que nossa vida importe, a necessidade de fazer uma diferença no mundo.

Além disso, para acelerar a mudança em áreas específicas, as competições de incentivo possuem uma vantagem biológica. Os seres humanos estão programados para competir. Estamos programados para alvos difíceis.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Tecnologia e comportamento



É fato que a tecnologia é essencial para o desenvolvimento humano. Nossa qualidade de vida seria uma ínfima parcela em comparação com a atual se não fosse a tecnologia.  

Profissionais de tecnologia usam sua criatividade para lançar, no menor tempo possível, novos produtos contendo alta tecnologia. A competição é tão intensa que o desenvolvimento de novas tecnologias nos propõe a “solução” antes do “problema”.

Em outras palavras, as novidades tecnológicas são lançadas e as pessoas devem descobrir onde elas podem ser aplicadas.

Entretanto, ao mesmo tempo em que proporciona o desenvolvimento e a qualidade de vida, a propagação sem critérios dessa tecnologia está diminuindo a sensibilidade e o espírito humano.

A tecnologia oferece um grande suprimento de produtos para soluções fáceis. Ela promete mais inteligência, maior desempenho, segurança, controle e conexão permanente para o mundo todo e nos manter próximos dos amigos e família.

As promessas da tecnologia são um alento para nossas esperanças de um mundo melhor, mas nos faz acreditar que a solução de qualquer problema só depende de se comprar algo.

A consciência do equilíbrio necessário entre tecnologia e sensibilidade, permite construir uma relação apropriada do ser humano com a tecnologia.