Ser competente não é sinônimo de conhecimentos, mas de ter a capacidade de aprender, a cada dia, a partir de sua própria experiência.


quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Ficando mais velho, mas não necessariamente mais sábio



As pessoas acreditam que, ao envelhecer e adquirir experiência, automaticamente se tornarão mais sábias. Infelizmente isso não é verdade. Em geral, continuamos sendo tão tolos quanto antes e fazendo muitas besteiras.

Podemos aprender com a experiência e não cometer os mesmo erros, mas sempre existirão novos erros, esperando para acontecer.  

O segredo é aceitar esse fato e não ficar se recriminando a cada vez que errar. Perdoe a si mesmo e aceite que isso faz parte da vida: você está ficando velho, mas nem um pouco mais sábio.

A sabedoria não consiste em não cometer erros, e sim em descobrir a melhor maneira de sobreviver a eles, mantendo a sanidade e a dignidade.

Quando somos jovens, ficar velho parece uma coisa que só acontece com nossos avós. Mas a velhice acaba chegando para todos e não temos escolha senão aceita-la e seguir em frente. Não importa o que fizermos vamos envelhecer.

Podemos encarar a questão da seguinte forma: quanto mais velhos ficamos, mais problemas já enfrentamos em diversas áreas. 

Mas sempre haverá situações em que não saberemos como agir e acabaremos tomando decisões equivocadas, entenderemos tudo errado ou entraremos em pânico sem necessidade.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

O problema de Collatz



É um enigma famoso que intriga os maiores matemáticos do mundo. Eles acreditam conhecer a resposta, mas ninguém consegue prová-la.

Pense um número. Agora aplique as seguintes regras repetidamente:
· Se o número for par, divida-o por 2.
· Se o número for ímpar, multiplique-o por 3 e some 1.

O que acontece?

Como exemplo, o número 11 é ímpar e o próximo número será 3 x 11 + 1 = 34. Este número é par, portanto devemos dividi-lo por 2 para obter 17. Este é ímpar, e a próxima operação resulta em 52. Depois disto, os números que se seguem são 26, 13, 40, 20, 10, 5, 16, 8, 4, 2, 1. A partir daqui, chegamos a 4, 2, 1, 4, 2, 1 indefinidamente.

Por isso geralmente acrescentamos uma terceira regra: quando chegar a 1, pare.

Em 1937, Lothar Collatz se perguntou se esse procedimento sempre levaria ao número 1, independentemente do número em que começássemos. Mais de 70 anos depois, ainda não sabemos a resposta. A maioria dos matemáticos acredita que a conjectura seja verdadeira.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Mudança no trabalho e no emprego



O mercado de trabalho e o perfil do emprego modificaram-se muito em função das mudanças tecnológicas e econômicas.

Novas especializações, profissionais e postos de trabalho surgiram, mas também diversas ocupações tradicionais foram ou estão sendo transformadas, substituídas ou mesmo eliminadas.

Aumentaram as disparidades de remuneração entre os trabalhadores mais qualificados e os demais, enquanto diversas atividades intermediárias tornam-se dispensáveis.

Não é possível antecipar quais serão as novas demandas profissionais que irão surgir nem que rumos irão tomar as mudanças nos padrões de trabalho e emprego.

Os aspectos fundamentais serão a geração de empregos para os que ingressam no mercado de trabalho, a qualificação profissional dos trabalhadores e o estabelecimento de mecanismos de apoio e recolocação dos desempregados.

Mantida a tendência atual, alguns estudos apontam que, até 2020, apenas 25% da população economicamente ativa será de trabalhadores permanentes, qualificados e protegidos pela legislação.

Outros 25% dos trabalhadores deverão estar nos chamados segmentos informais, pouco qualificados e desprotegidos. E 50% dos trabalhadores poderão estar desempregados ou subempregados, em trabalhos sazonais, ocasionais e totalmente desprotegidos pela legislação.

Cada vez mais se exige dos trabalhadores atualização permanente de conhecimentos, desenvolvimento de habilidades e competências, de modo a atender aos novos requisitos técnicos e econômicos e a aumentar sua empregabilidade.